segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Poema Ilustrado

"O Palhaço"






Carnaval...

Desfile de Carnaval 4 de Março

Animação na rua

Freguesia de Amora


EB1 da Qtª. da Medideira;
Jardim-de-infância da Qtª. da Medideira; EB1/JI Foros de Amora; EB1/JI Qtª. Conde de Portalegre; Capa e Caracol; ViváFesta; Bambi; Sol Nascente; Santo António; As Joaninhas; Aladino; A Palmeira; Sol da Primavera; CRIAR –T; Casinha das Surpresas; Espaço Júnior; Nino de Ouro; Catraios do Lírio

Percurso:
Rua Domingos Bontempo, Rua Joaquim António Páscoa, Av. Marcos Portugal, Rotunda da Âncora e final no Pavilhão Desportivo da EB2.3. Pedro Eanes Lobato

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Adivinha o que é?


O faz - tudo tudo faz
Muitos gestos e caretas
Ele no circo é um ás
Toca ferrinhos e trompetas.

Faz loucuras, brincadeiras,
Veste roupa extravagante,
Usa longas cabeleiras
E sapatos de gigante.

O faz - tudo não é mudo,
Diz coisas engraçadas.
O faz - tudo não é surdo,
Ouve as nossas gargalhadas.

Faz piruetas no ar,
Cambalhotas com laracha
Que fazem até pensar
Se não será de borracha.

Pinta a boca e o nariz,
Pinta os olhos a correr.
Faz-nos crer que é feliz,
Faz-se parvo sem o ser.

No seu coração existe
A mais estranha magia:
Mesmo quando está triste
Dá à criança alegria...

Quem será??????????



Máscaras de animais


Vamos fazer uma máscara!

Para brincar ao Carnaval
Uma máscara vou fazer
Corto e pinto cartolina
Ponho elástico a prender!
Tapo a cara e a seguir
Corro atrás dos meus colegas
Para os tentar assustar!
Fazemos depois na sala
Com música para dançar
Um baile de mascarados
Com confetis, serpentinas
E todos muito animados!















segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Aproveite os materiais!


Como fazer um palhacinho com garrafa de plástico e resto de tecidos!


Fica lindo e é fácil...

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Vamos cantar!


O PALHAÇO


De nariz vermelho
E cara pintada
Sapatos gigantes
Não lhe falta nada!

É o rei da festa
Rei da criançada
Faz mil brincadeiras
Provoca a risada.

E aos distraídos
Prega mil partidas
Mas ninguém se zanga
Pois são divertidas!

Quem sabe quem é?
Eu não vou dizer!
Basta estar atento
Está-se mesmo a ver...


(melodia "Papagaio Loiro")

Carnaval

Carnaval, Carnaval.
Mas que animação.
Anda agora tu também.
Anda agora tu também.
Para a reinação.


Carnaval, Carnaval.
Lá na nossa escola.
Durante alguns dias.
Durante alguns dias.
Esquece a sacola.

Refrão

Carnaval, Carnaval.
És tão engraçado!
Por causa de ti.
Por causa de ti.
Ando mascarado.
Carnaval, Carnaval.
Viva a palhaçada.
És o grande amigo.
És o grande amigo.
Desta criançada.

Carnaval, Carnaval.
Todos em fila.
Hoje eu já não preciso.
Hoje eu já não preciso.
Da minha mochila.

Carnaval, Carnaval.
Cá na nossa aldeia.
Ninguém nos leva a mal.
Ninguém nos leva a mal.
A nossa brincadeira

Refrão

Carnaval, Carnaval.
Vamos lá cantar.
Em grupos de dois em dois
.Em grupos de dois em dois.
Vamos lá dançar.

Carnaval, Carnaval.
Mas que festa a tua.
Ninguém mais fica em casa.
Ninguém mais fica em casa.
Vão todos p'ra rua.

Refrão

(Melodia do Malhão)

Onde estão os valores???


Vamos ensinar as nossas crianças a não julgar os outros pela aparência...


Para no futuro não serem adolescentes cruéis...
e pensarem que são os maiores porque têm uns ténis
ou um casaco da
Tu vales pelo que és e não pelo que tens!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Toca a Rufar na escola!



Birras e companhia...



Hoje em dia vemos que as crianças aprenderam a conseguir tudo que o seu desejo quer atravéz de uma tatica manipulatória muito interessante. Usam uma habilidade incrivel de constranger os pais através de gritos, choro intenso ou mesmo comportamentos auto lesivos.
Os pais por sua vez por não aguentarem a cena do filho gritando e se debatendo em um ambiente publico acabam reforçando o comportamento de birra. A criança é condicionada, ou seja, a criança aprende que toda vez que se comportar de força birrenta vai ganhar o que quer. Isso acaba fortalecendo ainda mais o comportamento problema.
Os mecanismos que fazem a birra dar certo muitas vezes são sociais, pois os pais ficam muito constrangidos com o comportamento da criança e sentem que estão sendo julgados como pessimos pais pelas outras pessoas. Para acabar com a cena rapidamente, geralmente os pais acabam fazendo a vontade da criança criando um circulo vicioso , pois a consequência do comportamento da criança é sempre positivo e reforçador. Por outro lado tambem existe a dificuldade dos pais em lidar com o “sofrimento” do filho naquele momento pois acabam não suportando o choro do filho e não conseguem lidar com a situação.
O video nos mostra uma criança com comportamento altamente birrento e manipulador que a todo momento tenta chamar a atenção dos pais para aquilo que deseja no momento. Os pais da criança do Video parecem estar utilizando uma técnica comportamental muito eficiente chamada Extinção de respostas, onde a criança pode chorar a vontade que o comportamento de birra nao vai ser reforçado de forma nenhuma. Com esse procedimento se espera que a criança perceba que o seu comportamento birrento não vai ser consequênciado positivamente ou seja, mesmo que ela chore por horas a consequência reforçadora não vai ser apresentada levando o comportamento de birra a extinção.
O problema dessa técnica é que por definição quando tentamos extinguir um comportamento, a frequência de resposta desse mesmo comportamento vai sofrer um imenso aumento pois a criança vai tentar alcançar a consequência reforçadora e portanto vai aumentar a intensidade dos seus esforços.
No video percebemos claramente que a criança quando começa a entender que ninguem esta dando bola para a birra, ela varia o comportamento. Ela segue os pais e quando os ve cai no chão e retoma toda a série de comportamentos que outrora eram consequênciados positivamente.
Pelo video percebemos que o comportamento birrento é especialmente dificil de se extinguir e especificamente nessa criança, a birra é resistente a extinção. Pois provavelmente, ela foi reforçada de forma intermitente e intensa.
É preciso um treino com os pais para que a técnica seja aplicada com sucesso, pois muitas vezes os pais não conseguem ir até o fim por não suportarem o “sofrimento” do filho e acabam reforçando o comportamento depois de algum tempo. Isso é terrivel pois o esquema de reforço intermitente fortalece o comportamento problema enormemente, ficando cada vez mais dificil a extinção.
Em todo caso é muito interessante sempre consultar um Psicologo competente e qualificado para que todas as duvidas sejam dirimidas. Afinal, criar um filho é uma tarefa ardua. Mas que sempre é altamente recompensadora.

Por : Marcelo C. Souza


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Métodos usados no Jardim de Infância!

Como lidar com problemas de comportamento:

time out ou o 1, 2, 3

.



É muito comum ouvir os pais dizer, independentemente da nacionalidade, que se uma bofetada não os matou quando eram pequenos, também não é isso que vai fazer mal aos seus filhos.

Estamos a falar de um castigo físico na educação que, apesar de alguma forma ser aceite a nível social, tem mais efeitos negativos do que alguns pais desejariam. Não só porque acabam por se arrepender a seguir, como percebem que não tem efeitos práticos em termos de aprendizagem para os filhos.

Uma bofetada, um açoite, só serve para mostrar a incapacidade do adulto em lidar com a criança, a impotência perante aquele filho/a. A educação deve basear-se na comunicação, na imposição de limites e regras desde muito cedo, no auxílio à criança para lidar com as contrariedades que vão aparecendo.

E como vê a criança o castigo? Quando agiu mal, sabe que será castigada, sendo que o castigo servirá para aliviar o seu sentimento de culpa pelo mal causado.

Quando o castigo é físico, e se é frequente, insensibilizará a criança. Os gritos são também de evitar, pois só lhe mostram que conseguiu o que de facto a criança queria: a atenção dos pais.

Há estratégias para lidar com o mau comportamento das crianças, sem castigos físicos ou gritos. Deixo-lhe aqui duas: o “time-out” e a técnica 1-2-3.

Para acalmar a criança e acalmar-se a si, pode retirar o seu filho do local onde aconteceu a asneira e levá-la para um outro lugar onde possa estar sentado, mas sem distracções. Deve explicar-lhe que ficará ali uns minutos até se acalmar e que não pode sair enquanto não lhe for permitido.

Esta técnica, denominada “time-out”, não é um castigo. Tem como objectivo ajudar a criança controlar-se internamente, a acalmar-se e a pensar no que fez.
Durante o “time-out “não deve dar-lhe atenção, nem mesmo para lhe explicar que o que fez foi errado. Fazê-lo neste momento é contraproducente e acabará por tornar esta técnica ineficaz.

Outra questão a ter em conta é o tempo que a criança deve permanecer no “time-out”. O cálculo a fazer é de um minuto por cada ano de vida, sendo uma técnica que pode ser aplicada a partir dos dois anos de idade.

Para uma criança de dois anos ficar dois minutos ficar quieta, sentada, já vai ser uma eternidade. Não deve ser deixada sozinha mais tempo, pois acabará por se chatear, distrair e voltar a fazer uma asneira.

A contagem 1-2-3 é uma variante do “time-out” e pode ser usada mesmo com os adolescentes. Partimos do mesmo princípio, temos uma birra a que queremos pôr termo, um comportamento que não queremos que continue. De novo, não adianta explicar, dialogar, persuadir, pois todo e qualquer diálogo só servirá para alimentar o problema.

Vai somente contar até três: 1-2-3.

Esta contagem tem por finalidade dar o tempo necessário ao seu filho para se acalmar e para se reorganizar emocionalmente. Pode explicar-lhe que vai contar até três e que, quando acabar, terminará também o choro e a birra.

A contagem deve ser lenta, dando tempo entre cada número: 1-2-3, sem comentários seus pelo meio, sem responder à criança ou contra-argumentar. Nem é necessário que mantenha contacto ocular.

Deve só dizer : “Vou começar a contar: 1… (pausa) a criança ou o jovem, continuarão a insistir na birra; 2 … (pausa) começarão a perceber que não vale a pena continuar a testá-lo ou a manipulá-lo, e começarão a enfraquecer a sua fúria, começam a organizar-se internamente e quando chegar a 3 tudo deverá ter terminado.

Não há mais comentários. Será a “bonança depois da tormenta”.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Carnaval...




LENGALENGA

Tenho um palhaço articulado,
Que gosta muito de estar sentado!
Se lhe dão corda, poê-se de pé,
Dá meia volta, olarilólé.
Dá cambalhotas, rola pelo chão...
É um palhaço de estimação.
Levanta a mão,levanta o pé.
Dá meia volta, olarilólé!!!


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011